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Gestão

Sistema instalado ou na nuvem: o que muda de verdade no dia a dia da loja

Comparação honesta entre sistema de gestão instalado na loja e sistema 100% na nuvem: onde cada um ganha, o que acontece quando a internet cai e como escolher pelo seu balcão, não pela moda.

Equipe VarSoft

Quem pesquisa sistema de gestão hoje esbarra em uma promessa repetida: "100% na nuvem, acesse de qualquer lugar". É uma promessa verdadeira. Só que ela costuma vir sozinha, sem a outra metade da história — e a outra metade é o que decide se o seu caixa continua funcionando às seis da tarde de sábado, com fila, quando o link da operadora oscila.

Este artigo não é um julgamento. Nuvem e sistema instalado resolvem problemas diferentes, e a escolha certa depende de como a sua loja funciona. O que dá para fazer é colocar os dois lado a lado, sem eufemismo.

O que é cada um

Sistema instalado roda na máquina da loja. O banco de dados fica ali, o programa fica ali, e a venda acontece ali — com ou sem internet. A internet entra para emitir nota fiscal, enviar dados para os aplicativos e receber atualização.

Sistema na nuvem roda em um servidor fora da loja. Você acessa pelo navegador, de qualquer computador. Cada venda, cada consulta de produto e cada fechamento de caixa fazem uma viagem de ida e volta até esse servidor.

A diferença parece técnica. No balcão, ela é concreta.

Onde o sistema instalado ganha

A loja não para quando a internet cai

É o ponto que ninguém coloca no folheto. Com o sistema instalado, a conexão pode cair que o caixa continua passando produto, fechando venda e imprimindo comprovante. A nota fiscal eletrônica entra em contingência e é transmitida quando o link volta.

Com sistema na nuvem, sem internet não há sistema. Alguns oferecem "modo offline" limitado, mas em geral é um paliativo com prazo e restrições — e a fila não espera.

Velocidade no horário de pico

Consultar um produto, aplicar desconto e fechar a venda em sistema instalado é instantâneo, porque tudo está na máquina. Na nuvem, cada ação depende da qualidade da conexão naquele segundo. Em loja com fila, meio segundo a mais por operação vira minutos por hora.

Periféricos de loja

Impressora fiscal, balança, gaveta de dinheiro, leitor de código de barras e identificador de chamadas conversam direto com um sistema instalado. Sistema na nuvem precisa de um "agente" instalado na máquina para fazer essa ponte — ou seja, acaba tendo um pedaço instalado de todo jeito, só que com um intermediário a mais para dar problema.

Seus dados ficam com você

O banco de dados está na sua máquina, com backup automático. Se um dia você quiser trocar de sistema, os dados são seus e estão ali. Na nuvem, seus dados estão no servidor de outra empresa, e a exportação depende do que ela oferece.

Onde a nuvem ganha

Acesso de fora da loja

Ver o faturamento do dia no celular, em casa, é natural na nuvem. No sistema instalado puro, não é.

Por isso o VarSoft não é instalado puro: os aplicativos — o do vendedor, o de contagem de estoque, o do salão do restaurante — e o catálogo digital são web e falam com o sistema da loja. O dono acompanha de fora; o caixa continua independente da internet.

Sem preocupação com a máquina

Na nuvem, se o computador da loja queimar, você abre o sistema em outro. No instalado, a máquina importa — e é por isso que backup automático não é opcional. Se o sistema que você está avaliando não faz backup sozinho, esse é o primeiro ponto a resolver.

Mensalidade por usuário, não por máquina

Sistemas na nuvem costumam cobrar por usuário; instalados, por máquina. Para uma loja com um caixa, dá quase na mesma. Para várias máquinas, vale fazer a conta com os dois modelos na mesa.

Como decidir pelo seu balcão

Responda com honestidade:

  1. Quantas horas por mês a internet da loja fica instável? Se a resposta é "nunca", a nuvem perde a maior desvantagem. Se é "toda semana", o sistema instalado protege o faturamento.
  2. Sua venda depende de balança, impressora fiscal ou gaveta? Quanto mais periférico, mais um sistema instalado simplifica.
  3. Quem precisa ver os números de fora da loja? Se é só o dono, um aplicativo ligado ao sistema instalado resolve. Se é uma equipe inteira trabalhando remoto, a nuvem faz mais sentido.
  4. Quanto custa uma hora de caixa parado? Multiplique pelo número de quedas de internet por mês. Esse é o custo real da dependência.

O modelo híbrido, sem marketing

O que funciona bem para a maioria do varejo de balcão é o meio-termo honesto: sistema instalado na loja, para a operação não depender de link, com aplicativos web ligados a ele, para quem precisa ver e fazer de fora. Cada parte no lugar onde é mais forte.

É assim que o VarSoft funciona. O sistema roda na máquina da loja; os aplicativos e o catálogo sincronizam quando a internet está disponível. Internet caiu, a loja não para. Voltou, tudo se acerta sozinho.

Se quiser ver isso funcionando com exemplos do seu ramo, agende uma demonstração — a conversa leva uns quarenta minutos e não tem compromisso.

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